A Orquestra:

Orquestra Violações, foi criada a partir da necessidade de se preservar a cultura, o folclore e a tradição regional. Trata-se de um projeto sócio-cultural, sem fins lucrativos, onde o foco principal não é apenas cultivar, mas também difundir a história por meio da música, levando ao público canções que nos remetem a vida interiorana, onde as "raízes caipiras", a vida no sertão, o cheiro de mato e o cantar dos pássaros estão presentes!

O Idealizador:

O Idealizador:
Marcelo Baroni, professor, instrumentista e arranjador, atua profissionalmente a mais de 13 anos ministrando aulas de baixo elétrico e viola caipira. Idealizou e agora executa esse maravilhoso projeto!

Os Componentes:

A orquestra Violações é formada por músicos profissionais, amadores e amantes da boa música. A participação na orquestra é aberta a comunidade em geral sem restrição de idade e sexo. Sendo feito apenas uma entrevista para observar o grau de conhecimento ou não de cada integrante, sendo que o mesmo deve ter seu próprio instrumento e mantê-lo em bom estado de conservação e funcionamento.
A orquestra será composta por naipes de;
- Viola caipira
- Violão
- Em algumas ocasiões; baixo, acordeon e percussão
- Além das vozes em dueto; característica fundamental na música raíz

                                                     Informática Educativa no Brasil

     As primeiras iniciativas brasileiras no campo da Informática Educativa datam da década de 70, quando algumas experiências americanas foram implantadas no País. Naquela época, as ações neste campo, assim como todas as iniciativas relacionadas com a informática, foram situadas no âmbito da Secretaria Especial de Informática da Presidência da República e tinham o estatuto de fatores de segurança e de desenvolvimento nacionais. A 1º Conferência Nacional de Tecnologia Aplicada ao Ensino Superior, ocorrida em 1973, foi um marco importante tendo em vista que foi o primeiro espaço em que se discutiu, no Brasil, o uso efetivo do computador na educação. Considerada como o setor mais importante para a construção de uma modernidade aceitável e própria, capaz de articular o avanço científico e tecnológico com o patrimônio cultural da sociedade e promover as interações necessárias, a educação foi considerada pelo regime militar como a alavanca da informatização de nossa sociedade, condição imprescindível para o ingresso do País no mundo desenvolvido. A informática2 foi, então, considerada como prioritária e objeto de medidas protecionistas, visando garantir a autossuficiência nacional em termos de produção tecnológica no setor.
     Cerca de dez anos mais tarde, em 1982, o Ministério da Educação começou a articular-se no campo da Informática Educativa, criando programas especiais, instigando o desenvolvimento de projetos de pesquisa e de desenvolvimento e fomentando um desenvolvimento institucional da área. Enquanto isto, iniciativas oriundas da sociedade civil começam a delimitar o cenário da informática educacional no Brasil. As iniciativas pioneiras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade Estadual de Campinas e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciadas a partir de 1973, formaram toda uma geração de pesquisadores que impulsionaram a área e que, ainda hoje, estão na dianteira do processo.
      Em abril de 1997, com a evolução das iniciativas e do interesse pelo campo da Informática Educativa, o MEC lançou o Programa Nacional de Informática Educativa, o Proinfo. Tal programa, que atualmente é o principal vetor da iniciativa governamental no setor, tem como meta capacitar recursos humanos em 200 Núcleos de Tecnologia Educativa a serem instalados em todo o Brasil e instalar 100 mil computadores em pelo menos 6.000 escolas da rede pública. A diretriz fundamental do Proinfo é a mobilização de esforços para a introdução da tecnologia da informática no processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio.
     O breve histórico traçado é, evidentemente, parcial, pois inúmeras iniciativas de importância não foram relatadas ou são desconhecidas do grande público. É importante, também, que compreendamos que todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente com a Informática Educativa participaram e participam da história da área. Neste contexto, você é um elemento importante nesta história que ainda está para ser escrita.

Folclore

FOLCLORE BRASILEIRO
Textos Extraídos do Site Terra Brasileira ( www.terrabrasileira.net )
O folclore, ciência considerada indispensável para o conhecimento social e psicológico de um povo, deve seu nome ao arqueólogo inglês William John Thoms, que no dia 22 de agosto de 1846 empregou pela primeira vez a palavra folk-lore, composta de dois vocábulos saxônicos antigos: folk, significando povo, e lore, que quer dizer conhecimento ou ciência. Portanto, o folclore pode ser definido como a ciência que estuda todas as manifestações do saber popular.
No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se folclore. O folclore é encontrado na literatura sob a forma de poemas, lendas contos, provérbios e canções, assim como nos costumes tradicionais como danças, jogos, crendices e superstições. Verifica-se também sua existência nas artes e nas mais diversas manifestações da atividade humana.
Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação, e que não sejam diretamente influenciadas pelos círculos eruditos e instituições que se dedicam ou à renovação do patrimônio científico e artístico humano ou à fixação de uma orientação religiosa e filosófica".
Dia do Folclore: 22 de agosto. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal.No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.